MASCULINIDADE FRÁGIL
CLICA AQUI E BAIXE A REVISTA Há uma geração de homens aprendendo a existir entre aquilo que lhes foi ensinado e aquilo que realmente sentem. Durante séculos, a masculinidade foi construída como uma fortaleza: silenciosa, rígida e impenetrável. O homem deveria suportar a dor sem reclamar, esconder as lágrimas, controlar os afetos e transformar vulnerabilidade em segredo. Mas toda fortaleza, por mais imponente que pareça, carrega fissuras. É dentro dessas fissuras que nasce Masculinidade Frágil . Neste editorial, os corpos não aparecem como símbolos de força, mas como territórios de sensibilidade. As rosas brancas atravessam as imagens como um gesto de delicadeza em contraste com a expectativa de dureza que ainda recai sobre o universo masculino. Não há heróis. Não há vencedores. Há homens olhando para si mesmos. Os retratos escuros evocam a pintura clássica. As sombras escondem tanto quanto revelam. Os olhares não desafiam o espectador; procuram respostas dentro de si. Cada composiç...